A escola tradicional não está conseguindo atender a demanda de educação dos jovens dessa geração. Seu modelo educacional oferece um processo de aprendizado padronizado para todos os estudantes, enquanto prioriza determinados conhecimentos a outros e exige obediência. A autonomia dos alunos é quase nula, as disciplinas cursadas são voltadas para um mesmo tipo de formação, os estudantes precisam acompanhar um mesmo ritmo e quase sempre dependem apenas da compreensão das aulas assistidas, muitas vezes ministradas como “monólogo”.

Para as gerações passadas, esse modelo mostrou-se relativamente satisfatório. Afinal, as formas de acesso à informação eram limitadas e as únicas pessoas capacitadas e disponíveis para explicar os livros didáticos eram os professores.

O mercado de trabalho também estava diferente. As funções eram mais definidas e a tendência era que cada profissional fosse expert na sua área de atuação.

Mas, e se funcionou tão bem para as gerações passadas, por que não funcionaria agora?

Porque o mundo passou por inovações tecnológicas significativas que transformaram o nosso cotidiano e nossas profissões. Consequentemente, alteraram o processo de criação dos nossos jovens.

Hoje as crianças e adolescentes têm mais dificuldade de manter atenção contínua por um longo período, acessam conteúdos variados livremente na internet, ficam facilmente entediados e precisam saber de tudo um pouco para obterem destaque profissional. Em compensação, eles também são capazes de outras coisas incríveis: conseguem consumir e apreender uma quantidade muito maior de conteúdo, são capazes de direcionar sua atenção a diferentes focos ao mesmo tempo e possuem mentes intuitivas e criativas graças à conexão com o restante do mundo e diferentes realidades desde cedo.

A boa notícia é que é possível adequar as escolas à realidade das novas gerações, de forma que os alunos consigam aproveitar ao máximo o seu processo de aprendizagem. Para isso, o modelo adotado nas instituições de ensino precisa ser transformado. No mundo inteiro vêm surgindo alternativas que propõem novos modelos educativos. Chamamos isso de Educação Disruptiva.

Disrupção é a interrupção do curso normal de um processo. No meio educacional, isso significa desconstruir o sistema mecânico ao qual estamos acostumados e disponibilizar formas de ensino mais dinâmicas, criativas e pessoais, que possibilitem os jovens a alcançar o máximo do seu potencial.

Alguns países já têm a maior parte de suas escolas utilizando novos moldes educacionais. Aqui no Brasil, a Idapt é uma inovação em Educação que propõe um método de aprendizado diferenciado, focado nos hábitos e anseios dos jovens de hoje em dia. É uma plataforma de conhecimento de vida implementada em escolas brasileiras. São abordados conteúdos como Autoconhecimento, Educação Financeira, Direito e Criatividade. Todos os conteúdos são produzidos a partir das informações fornecidas por uma rede de coordenadores de todo o Brasil, reconhecidos em suas áreas.

E como acessar os conteúdos? Através do game Idapt Galaxy, que traz tecnologia e diversão para escolas de Ensino Fundamental e Médio. É a educação do futuro.

Endereço: Rua Faro, nº23 | Jardim Botânico | Rio de Janeiro – RJ / E-mail: contato@idapt.com.br

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